Fotonovela Filosófica: O que é identidade?

(Clique na foto para ampliá-la)














Parabéns ao grupo pelo trabalho acima: Andressa, Caique, Eduarda, Mateus, Nubyamara, Paloma, Sttéphanie. (Turma 305)

Fotonovela: Qual a coisa mais importante da vida?

(clique nas fotos para ampliá-las)
















Parabéns aos alunos que elaboraram este trabalho: Adriana, Ana Carolina Alves, Ana Karolina Freitas, Bárbara, Erika e Tiago. (Turma 302)

Fotonovela Filosófica: Pontos de Vista

O que mais vemos, no dia a dia, são pessoas brigando com outras apenas por terem pontos de vistas diferentes. A filosofia nos ajuda a ter um olhar mais amplo sobre as coisas, a escutar opniões diferentes das nossas. Para um bom estudante de filosofia, é necessário analisar os diferentes pontos de vista.










Parabéns aos alunos da turma 305 que elaboraram este trabalho.

Fotonovela Filosfófica: Agnosticismo

Parabéns aos alunos que elaboraram este trabalho: Daniela Soares, Dyogo Alexandre, Karine Marques, Laysla Siqueira, Lorena e Thales Rodrigues - Turma 303

Atividade de Recuperação Paralela - 3º Bimestre

O presente trabalho de recuperação quer exercitar no aluno a capacidade de levantar e analisar, argumentos sólidos embasados nas regras lógicas estudadas em sala de aula. Atenção:
Os textos devem ser bem elaborados. Leia com atenção às regras presente no trabalho.
Data de entrega: 03/10/2011
Este trabalho pode recuperar até 5,0 pontos perdidos no Bimestre.

Atividade Avaliativa

ATIVIDADE AVALIATIVA DE FILOSOFIA - 2º e 3º Ano do Ensino Médio
A atividade deve ser feita no caderno - apenas as respostas - e será avaliada e corrigida na semana de 26/9 a 30/9
Abaixo, segue o link para o download
(Download)

Dicas para entender livros de filosofia



É possível aprender a ler textos filosóficos - textos dissertativo-argumentativos por excelência, entendo as particularidades desse tipo de texto.

É importante destacar que um texto filosófico não é, a priori, uma narração, mas uma dissertação e uma dissertação argumentativa, não-expositiva. Nesse sentido, ele não visa a transmitir informações como por exemplo um texto jornalístico. O texto filosófico, de um modo geral, propõe uma tese e a defende através de argumentos. Ele não é um texto literário e a elegância de estilo, além de não ser obrigatória, pode constituir uma inimiga do rigor e da precisão.

Considerando tudo isso, o objetivo da leitura de um texto filosófico não é tomar conhecimento de algo, não é informar-se, não é deleitar-se esteticamente com as palavras. O objetivo da leitura, no caso da filosofia, é o entendimento do texto. Nesse sentido, a primeira pergunta que devemos nos colocar aqui é: o que significa entender um texto?

Em primeiro lugar, por entendimento podemos estar nos referindo à compreensão literal do texto, que consiste na capacidade de repetir aquilo que ele diz. Num segundo momento, podemos aludir à capacidade de parafraseá-lo, isto é, de repeti-lo ou reproduzi-lo, usando nossas próprias palavras. Mas a definição mais completa vai além dessas duas etapas.

 

Traduzir e superar dificuldades

Entender um texto é ser capaz de "traduzi-lo", isto é, torná-lo mais claro, mais explícito do que ele é originalmente, de modo que nos tornemos aptos a explicá-lo, a torná-lo compreensível a outros leitores. O entendido, portanto, é atingir o sentido do texto ou aquilo que ele objetivamente diz.

No entanto, nem sempre entendemos um texto, o que pode ou não estar relacionado ao seu nível de dificuldade. De qualquer modo, o não entendimento pode ser superado. Quando não se entende um texto - ou uma passagem dele - há sempre um motivo para isso.

No caso de ter havido falta de atenção, a releitura é a maneira certa de resolver o problema. Caso contrário, é preciso nos questionarmos e saber o que ou por que não entendemos.

Muitas vezes, não entendemos um texto filosófico porque não possuímos os pré-requisitos necessários para entendê-lo. Muitas vezes, um filósofo escreve um livro comentando ou contextando a obra de outro filósofo e, se você desconhecer a referência à obra anterior, dificilmente vai captar com precisão o sentido daquela que está lendo. Assim, é preciso preencher os pré-requisitos, antes de ir adiante.

 

Deixe suas crenças de lado

Por outro lado, o não entendimento pode ser proveniente de nossas próprias crenças que se transformam num empecilho à compreensão das ideias alheias. Se isso ocorre - em em geral certos estados emocionais permitem identificar quando isso ocorre -, devemos procurar separar claramente as nossas crenças das ideias do autor e não discutir com elas. Não podemos deixar, neste momento, que nossa opinião interfira e distorça o entendimento.

Depois de questionarmos o que é entender um texto, é conveniente nos perguntarmos se o entendemos corretamente. Uma compreensão correta não contradiz o sentido literal do texto e leva em conta as regras da gramática (em especial, a sintaxe). Além disso, porcura a unidade que o texto deve ter, sem deixar qualquer parte solta ou nenhuma passagem de lado.

Também é preciso perceber as conexões que existem entre as diversas partes do texto e, quando está nesse rumo, geralmente o leitor consegue antecipar o desenvolvimento da argumentação, prevendo o que virá a seguir. Em princípio, deve-se considerar como erro de compreensão todas as contradições encontradas no texto. Pelo menos se não surgirem provas explícitas do contrário, isto é, de que o texto tem mesmo contradições.

 

Acertar o foco

Em especial numa época em que se usam com frequência metáforas do tipo "a minha leitura de...", "a sua leitura de...", "a leitura que Fulano fez de...", é importante deixar claro que a leitura objetiva de um texto é sempre uma mesma leitura. Ninguém descobre no texto o que nele não existe. A originalidade de uma leitura específica consiste em centrar o foco num aspecto específico que talvez tenha passado despercebido a outros leitores ou ainda que se pode desvelar com maior nitidez.

O entendimento é a finalidade da leitura. O meio de que dispomos para alcançá-la é a análise. Para analisar um texto devemos desconstruí-lo no nível linguístico, procurando reduzi-lo a uma sucessão ordenada de frases simples, na ordem direta: sujeito-verbo-predicado.

Entre outros procedimentos, é importante procurar o significado dos termos que desconhecemos; identificar os pronomes presentes nas frases e saber explicitar os nomes que eles substituem; identificar os termos técnicos, substituindo-os por suas definições.

Aliás, aqui é bom lembrar que algumas palavras de uso corriqueiro podem ter um sentido bem mais específico ou mais elaborado em filosofia. Você certamente sabe o que significa a palavra "substância", mas será capaz de dizer o sentido que ela tem em um texto de Aristóteles? Para isso, você pode recorrer a dicionários específicos de filosofia.

 

Desconstrução semântica

Depois da desconstrução linguística, chegou a hora de passar à desconstrução semântica, ou seja, em termos de conteúdo do texto analisado. Via de regra, o texto filosófico-dissertativo compõe-se de tese ou hipótese, argumentos, consequências, objetções e contra-argumentos, respostas às objetções, exemplos, definições e aplicação a um caso ou casos particulares.
hierarquia, ou seja, uma ordem entre o que é mais importante e o que é menos importante, o que é essencial e o que é acessório, o que é primordial o que é secundário.

Desse modo, você vai purificar o texto, libertá-lo de tudo que é inessencial e estar diante de suas ideias básicas. Com isso, o texto se tornará muito mais breve, certamente perderá sua fluência original, mas ganhará em troca uma ordem mais clara. A partir desse ponto, você já estará apto a concordar com o que é dito ou discordar disso, sabendo as razões da discordância.

Sim, porque a partir desse ponto, você já ultrapassou o entendimento - ou a explicitação de sentido - e estará seguindo rumo à interpretação do texto, que vem a ser o completar esse sentido, tecendo suas próprias reflexões sobre ele, estabelecendo um diálogo com o texto lido.

Biblioteca Virtual


O legado cultural da Filosofia põe à nossa disposição uma literatura filosófica extremamente rica e diversificada, que sempre alimentou a reflexão da humanidade. Se me disponho a filosofar, tenho também de situar-me em relação às filosofias e a seus discursos, tenho de considerar os problemas que os filósofos formularam e as soluções que para eles propuseram. A melhor experiência filosófica é ter contato direto com a obra do filósofo. Vale lembrar que, a bibliografia filosófica é intrincada e sutil, mesmo quando se trata de textos claros e acessíveis, como os que indicaram acima. é por isso importante aprender a isolar o que é filosoficamente importante do que é apenas acessório.

Aqui você terá a oportunidade de ter contato com obras filosóficas de grande reconhecimento e lidas no mundo inteiro, além de grandes nomes da literatura mundial. Desejo a você uma boa leitura!


Lista de Livros


01- Convite à Filosofia - Marilena Chaui
02- Os Problemas da Filosofia – Bertrand Russell
03- A Natureza Comportamental da Mente – Behaviorismo Radical e Filosofia da Mente – Diego Zilo
04- Introdução à História da Filosofia – Georg Wilhelm Friedrich Hegel
05- Manias, Pânicos e Crises – Charles P. Kindleberger
06- O Hobbit e A Filosofia – William Irwin
07- Guia Politicamente Incorreto Da Filosofia – Luiz Felipe Pondé
08- Filosofia do Direito – Vol 50 – Col. Saberes Do Direito – André Gualtieri de Oliveira
09- Manual de Filosofia Política – Rúrion Melo Flamarion Caldeora Ramos
10- A Filosofia entre a Religião e a Ciência – Bertrand Russell
11- Crítica da Filosofia do Direito de Hegel – Karl Marx
12- Filosofia Medieval – Alfredo Storck
13- Filosofia Em 60 Segundos – Andrew Pessin
14- Os Simpsons e a ciência – Paul Halpern
15- Wyvern, o Dragão Alado – A. A. Attanasio
16- Além da liderança – Leonardo Peracini
17- O Efeito Facebook – David Kirkpatrick
18- O trigo, a água e o sangue – Luiz Fernando Da Silva Pinto
19- A Ascensão do Dinheiro – Niall Ferguson
20- A ilusão de Ícaro – Seth Godin
21- Tudo o que eu sei aprendi com a TV – Mark Rowlands
22- Violência – Slavoj Zizek
23- O Tom Ausente de Azul – Jennie Erdal
24- Idade Média – Umberto Eco
25- O Livro de Urântia – Urantia Foundation
26- A Arte da Procrastinação – John Perry
27- Olho de vidro – Marcia Tiburi
28- Aforismos e Afins – Fernando Pessoa
29- Sobre a Ira, Sobre a Tranquilidade da Alma – Sêneca
30- Oscar Wilde Para Inquietos – Allan Percy
31- A Arte de Viajar – Alain de Botton
32- O Mundo de Sofia – Jostein Gaarder
33- A Visão Dionisíaca Do Mundo – Friedrich Nietzsche
34- O Anticristo – Friedrich Nietzsche
35- Kierkegaard em 90 minutos – Paul Strathern
36- Platão em 90 Minutos – Paul Strathern
37- O Irmão Alemão – Chico Buarque
38- A ideia de justiça – Amartya Sen
39- Maquiavel Pedagogo – Pascal Bernardin
40- Sócrates encontra Marx – Peter Kreeft
41- Sócrates encontra Descartes – Peter Kreeft
42- Santo Agostinho em 90 Minutos – Paul Strathern
43- A Arte de Pensar Claramente – Rolf Dobelli
44- A medida do possível – Saúde Risco e Tecnobiociências – Luis David Castiel
45- A Personagem de Ficção – Antônio Candido e Outros
46- Discurso do Método – René Descartes
47- Felicidade – Eduardo Giannetti
48- Os Negros Anos Luz – Brian Wilson Aldiss
49- O Monismo – Ernst Haeckel
50- Deus um Delirio – Richard Dawkins
51- Obra de Sartre – Istvan Meszaros
52- Mitos Sonhos e Religião – Joseph Campbell
53- O Pensamento Político de Thomas Hobbes – Paulo Henrique Faria Nunes
54- Humano Demasiado – Humano II – Friedrich Nietzsche
55- O Poder Extraordinário do Pensamento Negativo – Bob Knight

Atividades de Recuperação


ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO
 (As atividades abaixo deverão ser entregues, respondidas até o dia 13/7/2011 - quarta-feira. Podem ser entregues em cópia física ao professor ou serem enviadas para o e-mail: andersonfilos@gmail.com. Faça as atividades de forma bem completa. Esse trabalho recupera até 5,0 pontos perdidos, abaixo da média.) 

01- Sócrates foi um marco no pensamento ocidental, apesar de não escrever nenhuma linha sequer, ele mudou a forma de se pensar o mundo. Descreva quem foi esse filósofo, suas idéias principais, sua contribuição para a filosofia.

02- Porque Sócrates foi considerado um marco na Filosofia Ocidental?

03- Explique no que consistia o método socrático?

04- Quais foram as principais obras deixadas por Sócrates?

05- O que fez Sócrates para ser considerado um elemento perturbador da democracia ateniense? Comente.

06- Explique a máxima socrática: “Só sei é que nada sei”.

07- Faça um pequeno quadro comparativo entre os filósofos Sócrates e Platão (Características, história, pensamento...).

08- Exponha a concepção dualista da realidade de Platão.

09- Qual a diferença, na teoria das ideias de Platão, entre o mundo das sombras e o mundo das ideias?

10- Platão, discípulo de Sócrates, escreve no seu Livro VII da República um texto que ficou conhecido como alegoria da caverna. É Leitura imprescindível para todas as pessoas de qualquer área de atuação. O texto abaixo resume, em linhas gerais essa alegoria:

A Alegoria da Caverna

Imaginemos uma caverna subterrânea onde, desde a infância, geração após geração, seres humanos estão aprisionados. Suas pernas e seus pescoços estão algemados de tal modo que são forçados a permanecer sempre no mesmo lugar e a olhar apenas para frente, não podendo girar a cabeça nem para trás nem para os lados. A entrada da caverna permite que alguma luz exterior ali penetre, de modo que se possa, na semi-obscuridade, enxergar o que se passa no interior.
A luz que ali entra provém de uma imensa e alta fogueira externa. Entre ela e os prisioneiros – no exterior, portanto – há um caminho ascendente ao longo do qual foi erguida uma mureta, como se fosse a parte fronteira de um palco de marionetes. Ao longo dessa mureta-palco, homens transportam estatuetas de todo tipo, com figuras de seres humanos, animais e todas as coisas.
Por causa da luz da fogueira e da posição ocupada por ela, os prisioneiros enxergam na parede do fundo da caverna as sombras das estatuetas transportadas, mas sem poderem ver as próprias estatuetas, nem os homens que as transportam.
Como jamais viram outra coisa, os prisioneiros imaginam que as sombras vistas são as próprias coisas. Ou seja, não podem saber que são sombras, nem podem saber que são imagens (estatuetas de coisas), nem que há outros seres humanos reais fora da caverna. Também não podem saber que enxergam, porque há a fogueira e a luz no exterior e imaginam que toda luminosidade possível é a que reina na caverna.
            Que aconteceria, indaga Platão, se alguém libertasse os prisioneiros? Que faria um prisioneiro libertado? Em primeiro lugar, olharia toda a caverna, veria os outros seres humanos, a mureta, as estatuetas e a fogueira. Embora dolorido pelos anos de imobilidade, começaria a caminhar, dirigindo-se à entrada da caverna e, deparando com o caminho ascendente, nele adentraria.
            Num primeiro momento, ficaria completamente cego, pois a fogueira na verdade é a luz do sol e ele ficaria inteiramente ofuscado por ela. Depois, acostumando-se com a claridade, veria os homens que transportam as estatuetas e, prosseguindo no caminho, enxergaria as próprias coisas, descobrindo que, durante toda sua vida, não vira senão sombras de imagens (as sombras das estatuetas projetadas no fundo da caverna) e que somente agora está contemplando a própria realidade.
Libertado e conhecedor do mundo, o prisioneiro regressaria à caverna, ficaria desnorteado pela escuridão, contaria aos outros o que viu e tentaria libertá-los.
Que lhe aconteceria nesse retorno? Os demais prisioneiros zombariam dele, não acreditariam em suas palavras e, se não conseguissem silenciá-lo com suas caçoadas, tentariam fazê-lo espancando-o e, se mesmo assim, ele teimasse em afirmar o que viu e os convidasse a sair da caverna, certamente acabariam por matá-lo. Mas, quem sabe, alguns poderiam ouvi-lo e, contra a vontade dos demais, também decidisse sair da caverna rumo à realidade.

Há filmes que são ótimos exemplos de alienação e atualizam a alegoria platônica:
- Matrix
- A Ilha
- O Show de Thruman

Escolha um desses filmes assista-o e relacione com o pensamento de Platão, presente na Alegoria da Caverna.